Mas esse advérbio me segurou a semana toda, se juntou a outro adjetivo e bagunçou a minha ordem.
Daí, me lembro das relativizações que a gente aprendeu a fazer: não, são os meus impulsos, (coitados!) são os instintos (que o próprio Deus nos deu), são nossas carências que a gente tem que suprir.
Mas o texto continua lá: “E aquele que me enviou está comigo, não me deixou só,porque eu faço SEMPRE o que lhe agrada.” João 8:29 Como assim? Sempre? Não será muito forte esse advérbio? Porque sempre é...SEMPRE.
Absolutamente tudo isso? Jesus fazia sempre somente aquilo que agradasse ao Pai? Sem nem um mínimo de relativização diante da sua humanidade? Mas então é ABSOLUTO? E as carências dele? Seus impulsos? Necessidades?








